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QUEM SOMOS

Somos uma Pastoral Social a serviço da classe trabalhadora urbana, organizada, composta e dirigida pelos trabalhadores/as. Fazemos parte das Pastorais Sociais da Comissão para a Caridade, Justiça e Paz da CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. A Pastoral Operária é espaço para reflexão da vida dos trabalhadores e das trabalhadoras à luz da Bíblia e da Doutrina Social da Igreja. Atua como presença da Igreja junto à classe trabalhadora e presença da classe trabalhadora na Igreja, no compromisso de agir com o povo e não para o povo, com o objetivo de resgatar a cidadania plena e o protagonismo dos/as empregados/as formais, informais e desempregados/as, na construção da sociedade justa e solidária, tendo como chave, a questão do trabalho, dentro nossos desafios principais.

 

 

Missão

• Despertar e organizar militantes dispostos (apaixonados), que lutem sempre para a transformação que traga vida digna, resgatando-lhes a auto estima, para que, fortalecidos enquanto cidadãos, participem efetivamente e qualificadamente, nas lutas de construção da nova sociedade, subsidiando-os e qualificando-os para compreender e contribuir no debate para uma nova cultura do trabalho.

• Envolver os(as) cristãos(ãs) no compromisso com os(as) trabalhadores(as) da cidade.

Com a participação direta dos/as trabalhadores/as e excluídos/as, seja qual for a atividade é sempre no sentido de alimentar a utopia, reforçar a cidadania na luta por direitos, reeducar para a solidariedade e educar na formação política, para que possam exercer verdadeiramente seu protagonismo, e colher resultados que transformem suas vidas e a realidade do país. Está empenhada em contribuir na elaboração de uma nova cultura do trabalho e fazer com que este tema se espalhe por toda a sociedade, a fim de forçar os diversos grupos, governamentais ou não, a discutirem o assunto e diante da descoberta da necessidade urgente, somarem esforços para a concretização de uma nova cultura do trabalho.
Somado a isso, há a necessidade de levantar a auto-estima das pessoas, que com o desemprego perdem tudo, até mesmo a vontade de viver. É preciso resgatar o valor humano e a capacidade de luta dos trabalhadores que está desgastada. Aí reside a contribuição da Pastoral Operária que, seguindo os ensinamentos de Jesus Cristo e dos profetas, reúne os trabalhadores e à luz da Bíblia faz reflexão sobre um passado de lutas e conquistas e sobre um futuro possível, de nova sociedade, com nova cultura do trabalho, da qual todos e todas são responsáveis pela construção e poderão usufruir dela.

 Presença no Brasil

Estamos presentes com os nossos trabalhos em mais de 61 dioceses de 14 dos 27 Estados do Brasil.

Grupos de Base

Grupos de base: atuam diretamente com os(as) trabalhadores(as) nas comunidades, paróquias, bairros, por meio de reuniões, celebrações, encontros de reflexão, formação, grupos por categoria e grupos de economia solidária.

Coordenação Diocesana: Composta por representantes dos grupos de base e o liberado/a da diocese (quando tem liberado).

Coordenação Estadual: Composta por representantes das dioceses e pelo liberados/as estaduais.

ESTADOS

DIOCESES

ESTADOS

DIOCESES

Amazonas

01

Paraná

02

Bahia

01

Pernambuco

01

Ceara

03

Piauí

01

Espírito Santo

03

Rio de Janeiro

04

Maranhão

02

Rio Grande do Norte

02

Paraíba

03

Rio Grande do Sul

04

Minas Gerais

12

São Paulo

Santa Catarina

20

01

                            Belém                                            

 01

 

 

 

 

 

Organização e incentivo de experiências de geração de trabalho e renda

Grupos de Economia Solidária

• Existência de vários grupos de geração de trabalho e renda (cooperativas e outros), em todo Brasil, motivados pela Pastoral Operária. Hoje são mais de 60 grupos.

• Encaminhamento da formação de uma rede nacional de grupos de trabalho alternativo

Liberados/as

LIBERAÇÃO NACIONAL (Coordenação)

1. Organiza o dia a dia da Pastoral Operária, realizando os trabalhos aprovados na Assembléia Nacional, assessorada/o por funcionários e equipes de trabalho: Comunicação, Gênero,formação.
2. Administra a estrutura oficial
3. Mantém a correspondência com as bases (pessoalmente ou por outras vias de comunicação)
4. Visita as dioceses onde tem PO organizada, para animar, conhecer e contribuir na organização da PO local.
5. Representa a Pastoral Operária nos fóruns de que participa, em nível nacional (Grito dos Excluídos/as; Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço, da Caridade, da Justiça e da Paz da CNBB; Fórum de Participação da V Conferência, Assembléia Popular- Mutirão por um novo Brasil; Conselho Nacional de Economia Solidária; Coordenação da Semana Social, Fórum de luta dos trabalhadores/as desempregados/as e outros).

JARDEL NEVES LOPES (Liberado) 01/03/2015 até 01/03/2018.
MONICA HELENA DE A. FIDELIS (liberada) 01/03/2012 até 01/03/2018.

Direção

COLEGIADO NACIONAL
É a instância de direção, composta por cinco trabalhadores/as (sendo dois liberados), um padre,
uma religiosa e o bispo assistente.
1. Reúne-se de três em três meses
2. Coordena as grandes linhas de trabalho da PO, seguindo as políticas, objetivos e diretrizes aprovadas na Assembléia Nacional.
3. Avalia a situação da PO, em seus diferentes níveis, para pôr em dia as conclusões da Assembléia Nacional.
4. Incentiva pessoas e grupos a contribuir para a melhora de seu serviço de coordenação com sugestões e trabalhos .
5. Zela por manter vivas as motivações da PO, como pastoral fundamentada na fé e comprometida com as causas dos trabalhadores/as urbanos.
6. Promove e apóia encontros e eventos de nível nacional e local.

 

ATUAL COLEGIADO (2015-2018).

FRANCISMARINA MARTINS VALE (Região Sudeste)

LEILIANE SANTOS (Região Nordeste)

LÁZARO TORMA (Região Sul)

MONICA HELENA DE A. FIDELIS (Liberada)

JARDEL NEVES LOPES (Liberado)

PE MIGUEL PIPOLO (Assessor Eclesiástico)

DOM DEMÉTRIO  (Bispo Referencial) 

 

Prioridades

1. ARTICULAÇÃO E INTEGRAÇÃO

  •  PARCERIAS, UNIFICAÇÃO com outros movimentos da luta popular e participação em espaços eclesiais. Participar de Fórum/coletivo das Pastorais Sociais. Atuar junto a CEBI, CEBs. Articular ações junto aos movimentos sociais (1º de maio, 28 de abril, Santo Dias, Grito dos Excluídos, 8 de março, manifestações e outras lutas.)
  • O DIA 28 DE ABRIL dia mundial em memória às vítimas dos acidentes de trabalho passa a integrar nosso calendário de lutas. Durante o ano, as bases vão enviar denúncias de acidentes de trabalho, que serão compiladas no site da Pastoral Operária, para no dia 28 de abril de cada ano, serem anunciadas.
  • ARTICULAR CAMPANHA NACIONAL sobre a perda de direitos garantidos e aposentadorias para as juventudes;
  • DESENVOLVER ATIVIDADES DE EXPRESSÕES ARTÍSTICAS: Teatro de Rua, poesia, músicas, exposições e etc;
  • REDE DE ECONOMIA SOLIDÁRIA – Os grupos de economia solidária em todo o Brasil, que são acompanhados por agentes da PO ficarão em comunicação permanente, para troca de experiências.

 2. COMUNICAÇÃO – Publicação de manifestos (posicionamento) de denúncia a violação de direitos ou apoio a manifestações populares. Lançamento de novas páginas no site da PO, incluindo uma rádio virtual, link de pesquisa e interatividade; Produzir materiais audiovisuais para formação;

3. SUSTENTABILIDADE FINANCEIRA - Desenvolvimento de projetos para a sustentação financeira da PO; Coleta solidária permanente;

4. 45 ANOS DA PO – Em 2015, os 45 anos da PO do Brasil serão celebrados nas dioceses, pois cada local vai levantar sua própria história e comemorá-la, afinal a PO acontece nas bases. e encaminhar cópia para os arquivos da PO Nacional.

 

 

Bandeiras de Luta

  

·        Lutar pela dignidade da classe trabalhadora e por condições que favoreçam a sua humanização;

·        Defender políticas públicas de qualidade para a classe trabalhadora;

·        Apoiar e ampliar uma política de valorização do salário mínimo;

·        Lutar contra todas as formas de precarização e intensificação do trabalho;

·     Defender a diminuição da jornada de trabalho sem redução de salário, com efetiva redução do tempo e ritmo de trabalho e a eliminação das horas extras e do banco de horas;

·  Lutar contra a construção das barragens, conscientizando para a redução do consumo de energia e incentivando formas descentralizadas e limpas de produção de energia;

·  Lutar contra as Reformas Sindical, Trabalhista e Previdenciária que retiram os direitos dos/as trabalhadores/as;

·        Incentivar e animar a inserção da juventude e o seu protagonismo;

·        Fortalecer a Economia Popular Solidária em todas as suas dimensões;

·        Lutar pela regulamentação da lei dos trabalhadores e trabalhadoras com material reciclável;

·        Fortalecer as lutas pela igualdade de gênero, assim como o respeito às diferenças;

·        Lutar contra todas as formas de discriminação e de homofobia;

·    Fortalecer a participação popular nos movimentos de caráter local e nacional (Grito dos Excluídos/as, Assembleias Populares, Marchas, Luta contra as privatizações, entre outros);

·     Ocupar os espaços na Igreja assumindo a nossa dimensão profética, tendo em vista a articulação com outras pastorais e organismos;

·        Fortalecimento do ecumenismo e diálogo inter-religioso entre os trabalhadores;

·        Apoiar a luta pela reforma do Poder Judiciário;

·      Fortalecer a luta das Reformas Agrária e Urbana e pela demarcação das terras das comunidades tradicionais (indígenas, ribeirinhos, pescadores, faxinalenses, quilombolas...).

 

 
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