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MÁRTIRES

 

SANTO DIAS
Santo Dias da Silva foi um autêntico operário cristão (22/02/42 - 30/10/79), assassinado em defesa do povo oprimido. Conheceu, de perto, os problemas dos sem-terra. Como metalúrgico, conheceu também os problemas das pessoas que moram na cidade. Teve participação ativa em Sindicato, Sociedade de Amigos de Bairro, Pastoral Operária, comunidade Eclesial de Base.

 

IR. DOROTHY STANG
Dorothy nasceu nos Estados Unidos, mas sentiu em seu coração o grande apelo de ir além das fronteiras de seu país e doar sua vida de religiosa a povos menos favorecidos. Trocou sua terra de bem-estar e conforto pela Transamazônica da poeira e dos atoleiros. Não é a mudança geográfica que importa, o que vale é a fantástica decisão de doar a vida. Ela fez sua opção pelos povos da Amazônia, de modo especial pelos pobres e excluídos. Nunca admitia que uma pessoa, pelo fato de ser pobre, pudesse ser prejudicada e desrespeitada em sua dignidade e em seus direitos.
“ Um assassinato brutal, violento, covarde. Ir. Dorothy uma guerreira na luta por um mundo melhor, de fraternidade, justiça, amor e paz. O sangue dela fará crescer ainda mais a busca pela paz tão sonhada. "Ir. Dorothy, mártir da paz.”

 

PAULO FEY
Paulo Fey, aos 26 anos, assume o desafio de ser missionário jocista no Brasil, de 1955 a 1979. De volta ä sua pátria, a Alemanha, então casado com Gabriela, continua a missão até 2 de novembro de 1990, quando o Senhor da Messe o chamou.
O ano de 2005 registra o Jubileu de Ouro do início desta missão de expressivo testemunho. Seu grande desejo era manter uma fundação de solidariedade para promoção e capacitação de líderes operários(as) comprometidos(as) com a construção de uma sociedade nova e justa.

 

Dom Oscar Romero

 Mártir da Igreja e ícone da luta por justiça

Um atirador de elite do Exército salvadorenho invade a capela do Hospital da Divina Providência (o Hospitalito, instituição que ainda cuida de pacientes com câncer) e com um tiro certeiro interrompe a celebração da Eucaristia. Dom Oscar Arnulfo Romero, bispo de San Salvador, tomba executado pelas forças de Direita que ainda dominavam o país, como ocorria em toda a América Latina. Era 24 de março de 1980, tempo de quaresma. O mundo se volta para El Salvador e o sangue do sacerdote suscita sentimentos de indignação e revolta à opressão vivida pelo povo salvadorenho. Tem início a guerra civil que duraria até 1992. O bispo que repetiu o gesto de Cristo, morrendo pelo seu povo e pela coerência com o Evangelho, ao contrário do que planejaram seus opositores, não deixa o embate político em prol da população (especialmente dos camponeses). O momento histórico testemunha a profecia do próprio dom Oscar Romero ao afirmar: "Se me matam, ressuscitarei na luta do povo salvadorenho". O bispo de San Salvador torna-se então mártir da Igreja e ícone da luta pela justiça em seu país e em toda aquela região.

  

 Margarida Maria Alves – 12/08/83

Durante o período em que esteve à frente do sindicato — sendo a primeira mulher a lutar pelos direitos trabalhistas no estado, ela foi responsável por mais de cem ações trabalhistas na justiça do trabalho local. O proprietário da Usina Tanques era o líder do chamado "grupo da Várzea" e o seu genro, então gerente da usina, foi acusado de ser o mandante do assassinato de Margarida Maria Alves no dia 12 de agosto de 1983.

Ela foi assassinada por um matador de aluguel com uma escopeta calibre 12. O tiro a atingiu no rosto, deformando sua face. No momento do disparo, ela estava em frente à sua casa, na presença do marido e do filho. O crime foi considerado político, e comoveu não só a opinião pública local e estadual, mas nacional e internacionalmente, com ampla repercussão em organismos políticos de defesa dos direitos humanos. Margarida dizia que "é melhor morrer na luta do que morrer de fome", por isso é considerada um símbolo na luta pelos direitos dos trabalhadores rurais.

 

  Padre Josimo Morais Tavares, mártir da luta pela Reforma Agrária

“minha vida nada vale em vista da morte de tantos pais lavradores assassinados, violentados e despejados de suas terras. Deixando mulheres e filhos abandonados, sem carinho, sem pão e sem lar. É hora de se levantar e fazer a diferença! Morro por uma causa justa[1]."

Mas ele não imaginava que a morte viria tão cedo. Dia 10 de maio de1986 foi assassinado covardemente enquanto subia as escadas do prédio da Mitra Diocesana de Imperatriz, MA, onde funcionava o escritório da CPT Araguaia-Tocantins. Ainda teve forças para entrar no hospital andando.

Padre Josimo era coordenador da Comissão Pastoral da Terra - CPT - no Bico do Papagaio. O pistoleiro Geraldo Rodrigues da Costa efetuou dois disparos com uma pistola de calibre 7,65. Para executar Josimo contou com a participação de Vilson Nunes Cardoso, que até hoje está foragido.

 

 
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