Início Destaques Pastoral Operária de São Paulo debate a importância dos “grupos de base”

Pastoral Operária de São Paulo debate a importância dos “grupos de base”

1038
0

 

No dia 21 de novembro, participantes da Pastoral Operária de várias dioceses do estado de São Paulo reuniram-se online para debater o tema “Grupos de base”. Por conta da pandemia de covid-19, os grupos se encontraram de forma bastante diferente neste ano de 2020. Os trabalhos, porém, não ficaram parados, pois foram realizados em sua maioria, de forma virtual.

O grupo reunido no encontro levantou as dificuldades em se trabalhar nas bases , principalmente por alguns aspectos como: pouca aceitação do trabalho da pastoral operária em algumas paróquias; falta de consciência de classe em geral  e a falta de prioridade para os trabalhos pastorais, pois são ações que exigem realmente muito esforço voluntário. Neste tempo de pandemia, também houve dificuldades de alguns e algumas agentes pastorais, em se conectarem com as plataformas digitais para as conversas online.

As facilidades, esperanças e êxitos dos trabalhos também foram levantados. E sobre isto, destacou-se o seguinte:

– Foram realizados terços dos desempregados, retiros e reuniões dos grupos de PO, de forma virtual e também presencial com poucas pessoas, respeitando distanciamento.

– A presença das mulheres foi considerada como fator de animação para as ações.

– Para se manter animados e atuantes os grupos de base, busca-se utilizar os dons de cada um/a para as tarefas necessárias às ações pastorais. Na valorização desses dons, vai se resgatando a missão.

Em nível estadual, a coordenação da Pastoral Operária se mantém reunida e com atividades, inclusive com a presença de trabalhadores/as das várias categorias que participam das reuniões para reflexão sobre as questões do trabalho, dentro da proposta dos mutirões de base da 6ª. Semana Social Brasileira.

Em nível diocesano, alguns grupos de base, encontram-se e preparam os trabalhos virtuais e lives com místicas nas datas históricas e simbólicas.

Por: Antonia Carrara | Coordenação Estadual de São Paulo

 

 

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui