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PO estadual de SP discute sobre os desafios de hoje

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16 pessoas de 10 dioceses se reuniram virtualmente na manhã do dia 26/03/2022. Eram representantes dioceses do Estado, além do Padre Assessor (Bragheto) e do Bispo Referencial (D. Reginaldo).

O encontro iniciou com um momento de oração. Em seguida foi resgatado o que nos une (retirado do encontro estadual de novembro de 2021): Esperança, necessidade de melhorar a situação que vivem os/as trabalhadores/as, Doação (oferecer os dons sem esperar nada em troca), Sentimento de justiça, solidariedade, preservação da vida, Nossa situação/condição e lutas comuns, Trabalho e serviços produtivos que fazemos e os sofrimentos, Solidariedade, fé e vida como classe trabalhadora, irmãos e irmãs de fé, Jesus Cristo, Ideias/pensamento classista e a fé, Luta para superar tudo aquilo que nos desune numa sociedade de classe (acabar com a sociedade de classe), Profecias de Ezequiel, Superação da divisão de classe, Busca pela dignidade e vida em abundância, Jesus Cristo carpinteiro-trabalhador, Compreensão e interpretação de Jesus e de suas ações a luz da realidade da classe trabalhadora e Boas novas anunciadas pelo Evangelho de Mateus capítulo 10.

Após este momento refletimos sobre o que nos desfia hoje:
– Construção de um projeto político para a classe trabalhadora, pois estamos sendo dizimados (que seja mundial)
– Reflexão sobre: “Qual o Jesus que defendemos?” ( há colocações contrárias à classe trabalhadora, que usam o nome e as atitudes de Jesus).
– A comunicação é um desafio: ter linguagens para diferentes meios e contextos. Construir projeto único em que os projetos existentes possam se interligar.
– Combater fake news que atacam nossos direitos e inclusive trazem textos alterando a Palavra de Deus. Pessoas ruins que promovem a mentira, parecem não temer as leis e nem temer a Deus.
– A restauração da cidadania por meio do trabalho
– O combate à ideologia fascista, à extrema direita e governos (ditaduras direitistas)
– O combate aos genocídios e às violências, em que são atacadas as mulheres, indígenas, crianças, população negra e população LGBTQIA+. E a luta por educação de qualidade.
– Colocar a questão ambiental dentro das pastorais e movimentos de esquerda. Há uma resistência a este tema.
– Desafio é nos unir
– Desafio de dar conta de todas nossas tarefas dentro dos projetos de construção do mundo justo, que é um trabalho muito grande.
– Elaborar definição de planos de ação e articulação.
– Ter uma Igreja mais atuante, em ação, na prática, “pé no chão” e inserida na vida do povo. É preciso fortalecer as pastorais sociais, atraindo a juventude e dissipando o clericalismo, principalmente de padres novos. Também não temos ações para fazer integração das crianças e jovens na Igreja. Faltam ainda, trabalhos sociais. É preciso ter mais liberdade de expressão nas comunidades e Igreja em geral.
– Promover a consciência de classe e consciência de Nação.

Em seguida Gilmar Ortiz que foi eleito representante do Sudeste na Coordenação Colegiada Nacional da PO trouxe-nos informes sobre a assembleia.

O encontro foi encerrado com uma celebração da Palavra.

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