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Quem Somos

Somos uma Pastoral Social a serviço da classe trabalhadora urbana, organizada, composta e dirigida pelos trabalhadores/as. Fazemos parte das Pastorais Sociais da Comissão para a Caridade, Justiça e Paz da CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. A Pastoral Operária é espaço para reflexão da vida dos trabalhadores e das trabalhadoras à luz da Bíblia e da Doutrina Social da Igreja. Atua como presença da Igreja junto à classe trabalhadora e presença da classe trabalhadora na Igreja, no compromisso de agir com o povo e não para o povo, com o objetivo de resgatar a cidadania plena e o protagonismo dos/as empregados/as formais, informais e desempregados/as, na construção da sociedade justa e solidária, tendo como chave, a questão do trabalho, dentro nossos desafios principais.

Missão
Ser presença da Igreja junto à Classe Trabalhadora e presença da Classe Trabalhadora na Igreja.
Presença no Brasil
ESTRUTURA ORGANIZACIONAL
Grupos de Base
Os grupos de base é uma das principais ferramentas de organização da PO. Atuam diretamente com as trabalhadoras e os trabalhadores nas comunidades, paróquias, dioceses.
Estão inseridos na vida do povo e nas dioceses, organicamente de modo a contribuir com a sociedade e com a igreja nos temas referente ao mundo do trabalho.
A partir de reuniões sobre a realidade do dia a dia, celebrações da vida e da luta, encontros de reflexão da vida, formação sobre conjuntura, igreja, mundo do trabalho, política, economia dentre outros temas pertinentes à missão da PO.
Também se organiza em grupos por categoria, de atuação sindical, mulheres e/ou economia popular solidária.
Grupos de Economia Solidária
Os grupos de Economia Popular Solidária são criados e acompanhados pela PO e integram os grupos de base. São coletivos de geração de trabalho e renda (cooperativas e outros empreendimentos), em todo Brasil. A PO promove a formação e organização dos grupos, a partir dos princípios de autogestão, solidariedade, justiça.
COORDENAÇÃO NACIONAL COLEGIADA
É a instância de direção, coordenação e articulação, composta por cinco trabalhadores/as (sendo dois liberados), um padre, uma religiosa e o bispo referencial.
1. Reúne-se de três em três meses
2. Coordena as grandes linhas de trabalho da PO, seguindo as políticas, objetivos e diretrizes aprovadas na Assembleia Nacional.
3. Avalia a situação da PO, em seus diferentes níveis, para pôr em dia as conclusões da Assembleia Nacional.
4. Incentiva pessoas e grupos a contribuir para a melhora de seu serviço de coordenação com sugestões e trabalhos.
5. Zela por manter vivas as motivações da PO, como pastoral fundamentada na fé e comprometida com as causas dos trabalhadores/as urbanos.
6. Promove e apoia encontros e eventos de nível nacional e local.
Equipe da Colegiada Nacional (2022-2024).
  • Osmarina Luiza de Oliveira – Coordenadora e liberada nacional.
  • Marcos Antônio de Sousa Moura – Coordenadora e liberado nacional.
  • Alessandra Maria Lazzari – Articuladora região Sul.
  • Gilmar Ortiz de Souza – Articulador região Sudeste.
  • Lúcia Maria Ângelo – Articuladora região Nordeste.
  • Luzanira Varella da Silva – Articuladora região Norte.
  • Miguel Pipolo – Assessor eclesiástico;
  • Dom Reginaldo Andrietta – Bispo Referencial da CNBB.
Liberação Nacional
1. Organiza o dia a dia da Pastoral Operária, realizando os trabalhos aprovados na Assembleia Nacional, assessorada/o por funcionários e equipes de trabalho: Comunicação, Gênero, formação.
2. Administra a estrutura oficial
3. Mantém a correspondência com as bases (pessoalmente ou por outras vias de comunicação)
4. Visita as dioceses onde tem PO organizada, para animar, conhecer e contribuir na organização da PO local.
5. Representa a Pastoral Operária nos fóruns de que participa, em nível nacional (Grito dos Excluídos/as; Rede Jubileu Sul Brasil, Comissão Episcopal Pastoral para o Ação Sociotransformadora da CNBB; Fórum da V Conferência, Coordenação da Semana Social Brasileira).
PRIORIDADES 

“Para não ter uma colheita pequena, vamos semear bastante” [Paulo Fey].

A 20º assembleia nacional da Pastoral Operária, realizada em março de 2022, teve como proposta: 01 – Avaliar as ações nos aspectos de transformação social e espiritualidade; 02 – Refletir ações locais (base), linhas de ação nacional e os desafios do trabalho frente a precarização (negação de direitos, informalidade, desemprego); 03 – Refletir os impactos das ações da Pastoral Operária no contexto da pandemia; 04 – Discutir os eixos e definir estratégias de ação nacional; 05 – Deliberar sobre a organização estrutural da Pastoral Operária; 06 – Planejar as ações da Pastoral Operária no Brasil para o triênio 2022 a 2024. E, também, referendar as prioridades, para o período, sendo:

  • Formação;
  • Grupos de base;
  • Economia Popular Solidária.